Terça-feira, 20 de Novembro de 2007

Aleluia!

Foi uma noite muito mal dormida... Acordei às 2h da manhã com o barulho da chuva, sim, eu que até tenho o sono bastante pesado (do tipo, que tenho três despertadores!!)...sinceramente, há muito tempo que não ouvia chover assim!

Claro que me levantei logo em pânico a ver se tinha começado a entrar água... Ufa! Nada na cozinha, nada nas casas de banho, regresso à cama que estava frio! E conseguir adormecer descansada? Lógico que não! Como a chuva não parava, adormecia 20, 30 minutos e acordava com medo que, entretanto, a água tivesse começado a entrar... passei assim a noite! Ainda bem que hoje só dava aulas às 11h50, pois só às 9h da manhã é que eu me ferro a dormir!

Mas a casa sobreviveu! Não entrou uma gotinha! Abençoado empreiteiro e os seus tubos de ladrão!

E vamos ser práticos: se não entrou água com a noite ontem, em princípio não entra mesmo! Aleluia!

 

 

sinto-me: feliz com a minha casa seca
Segunda-feira, 19 de Novembro de 2007

O Grande Dilúvio

Hoje está a chover. A chover imenso aqui para os lados de Benfica. E eu estou de vigia à minha cozinha. E qual a relação entre estes dois factos?

Não uma, não duas, mas TRÊS inundações nos últimos seis meses, sendo que na última das quais, eu andei com água acima do tornozelo cá em casa (a esta, eu chamo de carinhosamente, o Grande Dilúvio, dá um toque mais bíblico à minha vida!)... Acordo eu, um domingo às 7h da manhã (aquele último fim de semana de Setembro, em que choveu torrencialmente), com um barulho estranho, mas ao mesmo tempo estranhamente familiar, levanto-me, chego à cozinha e tenho a minha própria cascata!!! Escorria água por todo o lado, nos furos do candeeiro, pelas paredes...enfim...Como já era especialista (afinal, era a terceira inundação, não é...), fui a correr buscar todos os atoalhados e lençóis para impedir que a água passasse para os tacos de madeira do hall e coloquei um alguidar debaixo do candeeiro, que ia esvaziando, à medida que enchia... Mas, o caudal era tanto, que eu não era rápida o suficiente e não consegui controlar o nível da água. Até porque desta vez também caiu nas casas de banho... Passados 20 minutos, telefono, completamente desesperada aos meus pais (sem dúvida que os papás nestes momentos...), a dizer que têm de vir já para Lisboa, com toalhas e mantas secas, porque eu já não conseguia. Podem imaginar o stress em que a minha mãe ficou, com um telefonema meu aquela hora, ainda por mais sabendo que eu tinha ido sair na noite anterior...

Como os meus pais ainda iam demorar umas horitas e realmente, já não tinha mais lençóis de banho, mais toalhas, tinha os alguidares e baldes todos em locais estratégicos e já se confundia a água da chuva com as minhas lágrimas, telefonei a uma das minhas melhores amigas, que tem a sorte (desta vez, ela não deve ter achado muito...) de morar a 2 minutos de mim. E lá vem ela, com toalhas e mais alguidares, ajudar a controlar a mãe natureza. Ainda não eram 8h da manhã...

Entretanto, a minha vizinha da frente, que estava a ter o mesmo problema (mas em menor quantidade de água!), decidiu lá ir acima, ou seja, ao telhado, ver o que se passava. Que raio! Tínhamos mandado limpar o algeiroz aquando da segunda inundação, toda a gente que lá vai acima diz que o telhado está bom, que não se percebe, que raios!! Então, por que é que eu estava a chapinhar em água ao longo da minha sala, com a camisa de dormir colada ao corpo??

Fico a dar apoio à M., enquanto ela sobe a perigosa escada de fora para chegar ao telhado (homens para quê?! mulheres unidas, jamais serão vencidas!)... passo-lhe a vassoura e passados 15 minutos, ela desce. Diz que uma telha estava levantada e tinha acumulado muito lixo nas suas bordas, o que tinha formado uma rolha, impedindo a água de chegar ao algeiroz... Uma telha? E a minha casa parece um cenário de uma reportagem televisiva... incrível!

Acho que só quem passa por isto é que percebe o desespero... Eu tinha a casa toda arrumada..tinha acabado de investir nuns tapetes giríssimos para a sala e para o meu quarto...Tem sido tudo comprado a pouco e pouco, com sacríficios (tenho a casa há quase dois anos) e sentir tudo a estragar-se, tudo a ficar desarrumado e sujo... Não há palavras.

Dessa vez, eu e a M. da frente encostámos os nossos vizinhos à parede. Não me interessa que não tenham dinheiro para obras, nós também não temos! Mas têm de ser feitas! Começamos a ter a casa toda estragada. O meu lindo chão de madeira está todo rebentado, o tecto falso da cozinha a ficar com fissuras, os móveis novos da cozinha a incharem...

 Decidimos fazer as obras em condomínio, mas em princípio só para o ano. O empreiteiro achou que era melhor, por causa de nunca se saber bem quando é que chove e os andaimes depois estão montados, etc... Entretanto, foi lá acima e fez dois tubos de ladrão e garantiu que não ia chover mais cá dentro.

Pois, pois... Confesso que estou um bocadinho em stress... Mas a tentar ter pensamento positivo!

 

Em jeito de comédia, aqui fica esta música...achei que se adequava à situação!

 

 

 

 

música: Let it rain
sinto-me: a rezar a todos os santinhos!!
Sábado, 17 de Novembro de 2007

Sad eyes

 

Só para mais um pouco de nostalgia, a música preferida do A. (quando era adolescente ele imaginava-se o Bruce, de fitinha vermelha na testa e guitarra na mão e tocava esta música), que ficou uma das nossas músicas.


 

música: sad eyes do nosso bruce
sinto-me: ainda nostálgica
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Para o A.

O A. casou-se hoje. Casou-se... Isto é para ele.

 

Ainda não digeri bem a notícia, desde que me telefonaste há um mês a dizer.

Já passaram 2 anos desde a última vez que nos vimos, quase 4 desde que acabámos, mas sinto um apertozinho cá dentro. Olho para o nosso anel de noivado (que tu não quiseste de volta, alegando que era meu e só meu) e penso como deixámos que infantilidades e orgulhos tolos se metessem no meio de nós... E mesmo a nossa segunda oportunidade (aquele fim de semana fabuloso, em que não nos víamos há um ano e meio e parecia que nos tínhamos despedido no dia anterior...), foi desperdiçada. Primeiro por ti, que agiste de modo imaturo e inseguro, posteriormente por mim, que fiquei magoada e entretanto tinha conhecido outra pessoa...

Somos a prova viva que as pessoas podem-se amar, mas não dar certo...Mas a culpa foi só nossa. Não tentámos o suficiente. Desistimos logo. Quando o que sentíamos um pelo outro, merecia muito mais. Eu sei disso, tu sabes disso.

Consola-me saber que a nossa história serviu para crescermos, para não voltarmos a cometer os mesmos erros. Pelo menos é o que se passa comigo.

Ontem enviei-te uma mensagem a desejar-te as maiores felicidades do mundo. Acrescentei, em jeito de fim, que poderás sempre contar com o meu sorriso e que serás sempre um grande bocado do meu coração. O que nós vivemos não se esquece, passa a ser uma linha intrínseca da nossa alma. E de vez em quando, ainda ouço a tua voz  rouca a sussurar-me ao ouvido "Ti amo, principesca" ou quando olhavas para mim, com um ar apaixonado e dizias "Tu enches-me completamente as medidas".

 

Que sejas muito feliz, A.! Mereces!

 

música: Sad eyes do Bruce Springsteen
sinto-me: nostálgica
Sexta-feira, 16 de Novembro de 2007

Ora toma, que é para aprenderes!

Na 2ª feira, durante uma aula de uma turma de 7º ano, em conversa com os alunos, calhou dizer que fazia 30 anos para o ano. A maioria, ficou admirada e disse que eu não parecia ser tão velha (sim, essa sinceridade refrescante das criancinhas...hmhm..), mas um aluno, o Francisco levantou o braço e perguntou " A stôra vai fazer 30 anos para o ano?", ao que eu aquiesci, e ele continua " Então, e com 30 anos, a stôra ainda não é casada?!". Desatou tudo a rir. Eu, inclusivé, apesar de, no fundo, ter sentido um apertozinho no estômago. Achei que ele não devia ficar sem resposta e respondi "Sabes, Francisco, tenho estado à espera que tu me apresentes um tio teu simpático ou assim.". Nova galhofa geral.

Então, e não é que o Francisco hoje vem ter comigo, com um ar super inocente (pois, isto não augura nada de bom!), para me dizer que tinha perguntado ao tio solteiro  (que eu não fazia a mínima ideia que ele tinha!) se ele queria conhecer a stôra de Ciências, que ainda era solteira (coitadinha...), apesar de já ter quase 30 anos?!

Ao ouvir isto, imaginam a minha cara...nem queria acreditar... que vergonha!

É para eu aprender...quem me manda armar em esperta e dar respostas engraçadas?

 

sinto-me: a aprender a ficar calada!
música: Love is in the air LOLOL
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Quarta-feira, 14 de Novembro de 2007

Os meus primeiros prémios!! :)

A lua_de_sol ofereceu-me os meus primeiros dois prémios!! Fiquei mesmo muito feliz, até porque adoro receber prendinhas! Demorou um bocadinho, mas já descobri como pô-los aqui (ainda não sei é como os coloco de lado), por isso aqui vão eles:

 

 

 

Não são uma ternura?? Sou uma novata nestas lides e fico muito contente por já ter amigos na blogosfera. Que sejam cada vez mais!

Mas como eu além de receber, também adoro dar presentinhos, dedico estes prémios a todos os meus amigos e a todos os que passam por aqui e me vão acompanhando. Até punha o nome deles, mas ainda não sei pôr os nomes como links!! (Fogo, sinto-me mesmo ignorante!!). Mas eu vou aprender... 

Obrigada, lua_de_sol! Um beijinho muito especial para ti! 

 

 

 

sinto-me: feliz e ignorante

O meu inquilino (2º episódio)

Estes quase dois meses (que parecem uma eternidade!) de partilha de casa com o G. têm sido pródigos em acontecimentos e situações inusitadas.

Houve uma semana, em que eu andei uma menina bem comportadinha e fui ao ginásio várias vezes (boa!! para justificar aquilo que pago, sempre convém...) e sempre que cheguei a casa repetiu-se a cena que vou passar a descrever.

 

Chego a casa e passados 5 minutos entra o G., de calções e t-shirt, todo transpirado. Diz-me que foi correr 30 min. à volta do quarteirão, para abater uns quilinhos. Eu estou na sala a comer qualquer coisa, enquanto vejo uma série qualquer da Fox ou do AXN. Ele entra na sala e põe-se aos pulos em cima do tapete, seja, entre a mim e a televisão e pergunta-me se está a incomodar (não, claro que não, o espectáculo que estou a ter na sala é bem mais interessante que aquilo que eu estou a ver na Tv!), ao que eu respondo, que ele  está no meio do meu campo de visão.

Chega-se para ao lado, sempre aos pulos e pergunta-me se me incomoda que ele esteja a fazer aquilo na sala (lembrem-se que ele estava todo transpirado!!), ao que eu respondo, de modo um pouco sarcástico "Não! Então, por que é que me havia de incomodar tu estares a espalhar gotas de suor pela sala toda?!".

Acho que nesta fase qualquer pessoa percebia, que secalhar era melhor ele ir fazer aquilo para o quarto, mas não o G., o G. é imparável!! O que é que ele faz? Ele ri-se e continua! Depois deita-se no chão, mete os pés de debaixo do sofá, na zona onde eu estava com a cabeça, e começa a fazer abdominais!! Enquanto sobe com a cabeça na minha direcção, pergunta "Estou-te a incomodar?" e eu respondo, novamente sarcástica "Não, só estás a sujar o tapete todo com o teu suor.". E ele ri-se! Ri-se! Eu acho que, pelos vistos não fui bem clara e acrescento "Pelo Natal, vou ter que te oferecer um daqueles tapetes para fazer exercício, que assim já não sujas o tapete." A resposta do G. é "Eu também não transpiro assim tanto...além do mais, o suor é natural!!" E ri-se.

 Isto não é normal, certo? Qualquer outra pessoa iria perceber o que eu estava a dizer, certo? Será que sou eu que não sou explícita?

No segundo dia, em que o G. fez isto, eu achei que, já que o sarcasmo não estava a funcionar, ía mesmo ser directa e disse-lhe "Fogo, G., ao menos vai buscar uma toalha!!". Conseguem imaginar a reacção dele, não conseguem?

Riu-se!! (sim, temos um padrão...ou secalhar é mesmo uma disfunção nervosa, tipo espasmo muscular!). E ignorou-me completamente, dizendo que era só mais 5 minutos, por isso não valia a pena!

 

Resultado: percebi que o G. só fazia isto quando eu ia ao ginásio, portanto deixei de ir ao ginásio ou não o deixava perceber quando ia! E não é que ele nunca mais foi correr?

 Boa, a minha sala está salva e eu posso começar a poupar em Karpex.

 

sinto-me: desesperada
música: Help!
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Domingo, 11 de Novembro de 2007

A razão do mau funcionamento do nosso sistema de saúde...

Na 6ª feira à tarde fui para Valladolid, pois tinha lá uma reunião importante no Sábado. Tive o prazer de ir com uma colega que não conhecia, a C., mas entendemo-nos logo muito bem.

Após mais de 6h de viagem (abençoadas auto-estradas, senão imagino o tempo que se levava!!), em que a temperatura baixou de uns agradáveis 22C alfacinhas, para uns 6C (sim, em Espanha, já chegou o Outono, o Inverno!), com algumas peripécias em áreas de serviço cheias de camionistas (hmhm... muitos sonhos devemos ter ocupado naquele dia,  a julgar pelos olhares obscenos e risinhos ordinários!), chegámos lá por volta das 22h e fomos tomar um copo com uns colegas espanhóis.

Adorei a cidade! Organizada, limpa, com prédios não muito altos, de traça antiga e restaurados. Sentia-se a história e sentia-se que cuidavam dela (infelizmente, ao contrário do que acontece em muitas cidades portuguesas). Tinha uma zona central, cheia de cafés e bares e havia pessoas a circular de todos as idades e estilos. E as espanholas? Deviam de ver como nuestras hermanas saem à noite... aquilo é cá uma produção...

Estávamos eu e a C. num bar, em amena cavaqueira, quando de repente, ouvimos umas vozes ao nosso lado "Portuguesas! Vocês são portuguesas!", virámo-nos e damos de caras com um grupo de 7, 8 compatriotas, quarentões ou cinquentões, uns com bigodinhos, outros carecas, mas todos já bastante alegres. A C. achou-lhes piada e começámos na conversa. Eram médicos da zona central do país, que tinha ido a um Congresso Internacional de Médicos de Família, que se realizava todos os anos e a que eles nunca faltavam, era uma espécie de peregrinação (vá-se lá saber porquê...)..

Claramente, ser engatada por senhores da idade do meu pai, é muito diferente! Em vez do "és muito gira", ouvimos "que carinhas tão lindas e larocas", tentaram convencer-nos a ir com eles para a discoteca, dizendo que tinham umas espanholas à espera e se nós não íamos com eles, iam andando, para passado 5 minutos, estarem de volta (secalhar as espanholas fugiram quando viram os bigodinhos)... enfim... A certa altura, viram-se para nós e perguntam "Parecemos mesmo espanhóis, não parecemos? aqui com o copo na mão...", bem, desatei a rir..

Depois tentaram explicar, após um comentário meu sobre tanta farra, que aquele congresso era muito importante, não só pela parte científica, mas também pela parte lúdica, porque é aí que trocam ideias com os colegas dos outros países sobre o funcionamento dos sistemas de saúde!

 Agora percebo! Fez-se luz! Quem decide o nosso sistema de saúde, deve ter ido a estes congressos e estava simplesmente demasiado bêbedo ou demasiado ocupado a engatar miúdas para perceber bem as coisas! É por isso que eu tenho uma lista de espera de anos para ter um médico de família, quando sou obrigada por lei, a ter um! É por isso que as pessoas estão uma vida à espera de uma operação...entre muitos outros exemplos e incoerências, em que no nosso sistema de saúde é pródigo.

 

Mais tarde, no quarto que partilhámos, quando já estavamos na cama, a C. virou-se e disse que tinha pena de não ter trocado de número de telefone com um dos médicos, que parecia um verdadeiro Tio, pois tinha-o  achado muito interessante... enquanto que  eu pensava, fogo, tanto espanholito guapo naquele bar, tínhamos logo de tentar ser engatadas por médicos em crise de meia idade!  Perspectivas...

 

sinto-me: bem disposta
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Quarta-feira, 7 de Novembro de 2007

O meu inquilino (1º episódio)

Devido ao constante aumento da nossa amiga euribor, a minha prestação da casa aumentou quase cerca de 40% no espaço de ano e meio (como é que isto é possível?!), passando de tolerável a insuportável. Sinceramente, não sei como é que algumas famílias conseguem...

Assim, face a este panorama, já que os ordenados não têm quase sequer aumentos, decidi arrendar um quarto..Foi uma decisão difícil. Estou habituada a estar sozinha, a ter a casa por minha conta e, de repente, ter outra pessoa (que eu nem sequer queria) no meu espaço... Além de que, nesta fase da minha vida, o que me apetecia mesmo era uma vida a dois.. se fosse para dividir casa, que fosse com o meu namorado/marido! Mas, como isso não é possível,  o que tem de ser, tem muita força e arrendei o quarto a um amigo meu, colega de mestrado. Pensei, bem, ao menos é uma pessoa conhecida, não tenho de estar com receio que me desapareçam coisas ou assim.. mas outras situações, algumas delas inacreditáveis, acontecem!!

 

O G., não tem qualquer sensibilidade para estar com outra pessoa...Tem sido um mês de tortura, em que eu quase me imagino a atirá-lo, acidentalmente claro, da varanda! Uma amiga minha diz que eu vou acabar por gastar o que ele me paga em terapia..e secalhar, não está muito errada.

Chego eu a casa, cansadita de mais um dia de aulas, às 17h e lá está ele...o menino G., com o seu pijama a fazer lembrar os do meu avô (tou a falar sério...), sentado no sofá a ver televisão! De realçar que o G., neste momento, não trabalha..portanto, sempre que chego a casa, lá está ele, exactamente no mesmo sítio, da mesma maneira..A sério, o sofá já está com uma cova maior naquele sítio!

Hoje não me contive e disse-lhe que ele não devia estar de pijama a esta hora, pelo menos na sala, porque eu podia chegar com uma colega ou uma amiga (argumento que faz bastante sentido, certo?).

 Resposta dele: mas qual é o mal? eu estou vestido!!

MAS QUAL É O MAL?? Vocês acham esta resposta normal? Reparem que o G. é um homem perto dos seus trinta, à espera agora de receber uma bolsa de doutoramento... supostamente, uma pessoa com educação!

 Sinceramente, que eu seja obrigada a vê-lo passear pela casa em pijama, pronto, sempre recebo para isso...mas as minhas amigas serem obrigadas a isso?! Às 17h da tarde? Sim, porque se fossem 11h da manhã, pronto, é como o outro...mas às 17h da tarde? Eu, às vezes, em dias de muita preguiça, fico de roupa de dormir ou assim..mas só quando sei que tenho a casa só para mim! Não vou arriscar  G. chegar e ver-me de camisinha de dormir! Até porque, secalhar ele ainda gostava!

 

É como diz uma amiga minha...Ainda se fosse um gajo bom!! 

 

sinto-me: A precisar de partir algo!!
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Terça-feira, 6 de Novembro de 2007

Foi mesmo muito fixe!

Descobri recentemente o Hi5. Sabia há uns anos que aquilo existia, mas nunca tinha ligado muito..principalmente, por ser com fotos..(tenho um trauma com fotografias, nunca acho que fico bem!).

No entanto, há coisa de uma semana, uma das minhas melhores amigas insistiu que eu devia ter um, para ela poder fazer experiências com o meu perfil. Acedi e desde então, estou fã! Já reencontrei colegas de faculdade com quem não falava há 6 ou 7 anos, amigos dos velhos tempos de liceu...além de que já fiz amigos dos amigos. Já troquei de números de telefone e de mail, combinei jantares e cafés, enfim, tem sido animado..

É realmente um mistério como nós nos afastamos um dos outros..é difícil manter o contacto com as pessoas. Surge sempre outra coisa qualquer, lembramo-nos de telefonar quando já é muito tarde e no dia seguinte esquecemo-nos..É uma parvoíce, mas acho que não me acontece só a mim. E eu até quero ver as pessoas, estar com elas, mas parece que nunca há tempo..Isto é, claramente, uma das coisas que todos nós devemos tentar melhorar.

Mas por que é que eu estou a falar nisto? Porque recebi agora uma mensagem de um velho amigo de faculdade, de quem eu não sabia nada há anos...Sempre nos demos muito bem, mas quando escolhemos ramos diferentes da licenciatura e depois foi cada um para seu lado, simplesmente fomos divergindo. Nem sei explicar porquê, mas ter notícias do R. deixou-me mesmo muito bem disposta. É muito bom termos estes reencontros. Parece que é a vida a dar-nos mais uma oportunidade para termos aquela pessoa no nosso círculo de amigos.

Nas palavras do R. "foi mesmo muito fixe" cruzar-se com a minha foto no Hi5. E isso também nos faz sentir bem, certo?  (e, secalhar, nem fico assim tão mal nas fotografias!)   :)

 

(Quanto aos testes, não perguntem...ainda me falta imenso... e as notas não estão a ser nada de jeito!)

 

música: Friends will be friends
sinto-me:
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publicado por M. às 20:59
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